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Doação de Sangue

Consulte as seguintes páginas para mais informações:

Tema da Saúde | Dádiva e transplante

Guia da Saúde | Posso dar sangue?

Aférese

Uma forma diferente de dar sangue… Descubra e junte-se a nós!

O que é a aférese?

Consiste em colher seletivamente uma pequena percentagem de um componente sanguíneo (plaquetas, glóbulos vermelhos ou plasma), com a ajuda de um aparelho automático – separador celular – sendo os restantes componentes sanguíneos restituídos ao dador, através da mesma punção.

Tipos de aférese:

Plaquetaférese – doação de plaquetas – as plaquetas são células sanguíneas que controlam a hemorragia. Destinam-se a doentes com leucemia, linfoma, cancro, doentes sujeitos a cirurgia cardíaca ou transplante de medula óssea. São substituídas 48 horas após a dádiva.

Eritraférese – doação de glóbulos vermelhos – os glóbulos vermelhos são células sanguíneas que têm como função transportar o oxigénio. Destinam-se a doentes politraumatizados, submetidos a cirurgias, doentes transplantados, com doenças crónicas como leucemia ou outra forma de cancro.

Plasmaférese – doação de plasma – o plasma é o componente líquido que contém as proteínas plasmáticas. É administrado a doentes traumatizados queimados, recetores de transplante de órgãos e doentes com alterações de coagulação.

A aférese é segura?

Sim. É supervisionada durante todo o procedimento por uma equipa atenta e treinada. Todo o material utilizado é esterilizado e eliminado após cada doação, sendo impossível contrair alguma doença.

Quanto tempo demora?

Demora entre 30 a 50 minutos, conforme o tipo de dádiva selecionada. É mais demorada que a colheita de sangue total, embora com grandes vantagens para os doentes que necessitam de transfusão sanguínea.

Quem pode ser dador por aférese?

Todo o indivíduo saudável, dos 18 anos aos 60 anos, que pese mais de 50 Kg;

Ter doado, pelo menos, duas vezes sangue total sem qualquer tipo de reação adversa;

Não possuir história pessoal ou familiar de hemorragia e/ou trombose;

Não ter ingerido Aspirina ou Anti-Inflamatório Não Esteroide nos últimos cinco dias (impedimento só no caso de plaquetaférese);

Não ser multípara (três ou mais filhos).

Onde pode dar sangue por aférese?

Nos Centros Regionais de Sangue (CRS) de Lisboa, Coimbra e Porto do Instituto Português do Sangue.

Veja os contactos dos CRS em: http://www.ipsangue.org/

Atribuição do Cartão Nacional do Dador de Sangue

Saiba como adquirir o Cartão Nacional do Dador de Sangue.

Quem pode ter o Cartão Nacional do Dador de Sangue (CNDS)?

Todo o cidadão que tenha efetuado pelo menos uma dádiva de sangue.

Como posso obter o CNDS?

Deve solicitar o CNDS no serviço onde dá sangue.

É necessária alguma documentação?

Documento que atesta a inscrição no centro de saúde ou o Cartão de Cidadão.

Tenho de pagar o CNDS?

Não.

Quanto tempo demora?

A partir de 2014, e após a realização do pedido pelo serviço responsável pela colheita, o tempo médio de espera para emissão do cartão é de seis meses.

Contactos:

Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP
Avenida Miguel Bombarda, n.º 6
1000-208 Lisboa
E-mail: dirips@ips.min-saude.pt
Telefone: 210 063 046

Para saber mais, consulte:

Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP – http://www.ipsangue.org/

Transfusão autóloga ou autotransfusão

Quando o dador é o próprio doente.

O que é a transfusão autóloga ou autotransfusão?

Consiste num processo de colheita de sangue de uma ou mais unidades, pré-operatoriamente, a um doente. Posteriormente, o sangue colhido será administrado, durante ou após a cirurgia, ao doente. Neste caso, o doador é o próprio doente.

Quem pode integrar um programa de transfusão autóloga?

Doentes com bom estado geral e sem anemia, com valores de hemoglobina igual ou superiores a 11g/dl.  Os critérios de aceitação são mais flexíveis, pois o dador é o próprio doente.  Não há limite de idade e as crianças também podem entrar num programa de transfusão autóloga.

Se vai ser operado e tem um bom estado geral de saúde, contacte o seu médico assistente.  É necessário saber a data da intervenção cirúrgica e o número de unidades de sangue previstas para a operação.

Quem não pode integrar um programa de transfusão autóloga?

Doentes com anemia, doença cardíaca ou doenças infeciosas.

Para saber mais, consulte:

Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP – http://www.ipsangue.org/

Data de Atualização: 17-07-2019
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