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OMS prevê aumento de infeções devido à rapidez de contágio da variante.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê o aumento de infeções com Covid-19, devido à rapidez de contágio da variante Ómicron, mas sublinha que «há uma quantidade maior de casos assintomáticos, há uma quantidade menor de pessoas que precisam de ser hospitalizadas e as taxas de mortalidade nos hospitais são mais baixas».

Numa conferência de imprensa esta terça-feira, dia 11 de janeiro, o Diretor Regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, afirmou que, ao ritmo atual, se prevê que mais de 50 por cento da população da região será infetada pela Ómicron nas próximas seis a oito semanas, indicando que as mutações desta variante «lhe permitem aderir mais facilmente às células humanas, podendo infetar mesmo as pessoas que foram já infetadas ou estão vacinadas».

Hans Kluge explicou que a disseminação da variante fez aumentar o número de pessoas internadas com Covid-19 mas que a taxa de mortalidade se mantém estável, notando a eficácia das vacinas já aprovadas.

Para a OMS, ainda não é possível classificar a Covid-19 como uma endemia, como a gripe. «Temos um vírus que evolui muito rapidamente e que coloca desafios novos. Não estamos em condições de o poder classificar como endémico», afirmou a responsável europeia pelas emergências sanitárias, Catherine Smallwood.

Hans Kluge considerou que o objetivo de 2022 é, antes de mais, estabilizar a pandemia.

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