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Marta Temido enalteceu trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde.

A Ministra da Saúde defendeu a importância de recordar as lições aprendidas durante a pandemia de Covid-19 e reiterou a necessidade de “recompensar e reter” os profissionais de saúde no setor público, na intervenção que efetuou esta quarta-feira, dia 3 de novembro, na cimeira tecnológica Web Summit, que está a decorrer em Lisboa.

“O primeiro passo é não esquecer as lições aprendidas. A prevenção é chave para observarmos o futuro: continuamos a monitorizar diariamente a infeção, a fazer a sequenciação genómica do vírus e a controlar a eficácia das vacinas. Atingimos há dias os 86% de população vacinada e estamos agora a combinar a vacina da gripe com a dose de reforço, mantendo também medidas preventivas, como o uso de máscara”, sublinhou Marta Temido.

Convidada a participar como oradora numa sessão dedicada ao estatuto de Portugal como o país mais vacinado do mundo contra a Covid-19, a governante recusou colher para si esses resultados e apontou o foco para “a grande resposta dos cidadãos” e a confiança das pessoas “nas instituições, nos cuidados de saúde e no plano nacional de vacinação”.

“Os profissionais de saúde foram fantásticos. [Portugal ser o país mais vacinado do mundo contra a covid-19] não é um resultado do Ministério da Saúde ou de uma pessoa, é da sociedade”, explicou, enaltecendo o sentimento de “enorme respeito e gratidão” em relação aos profissionais de saúde: “Agora precisamos de recompensá-los e retê-los nos cuidados de saúde públicos. Nós precisamos deles, porque são a espinha dorsal dos cuidados de saúde”.

Marta Temido não hesitou em destacar a cooperação como “uma das lições”, não só a nível nacional, como internacional. “Num contexto europeu, agências como a Agência Europeia do Medicamento ou o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças são muito úteis. No primeiro semestre deste ano, Portugal estava na presidência rotativa da União Europeia, teve um início de ano complicado e a ajuda destas agências foi importante. Recebemos depois profissionais de saúde de outros países e o sentimento de solidariedade foi muito importante”, salientou, acrescentando: “E agora estamos a enviar vacinas para outros países ao abrigo do sistema Covax”.

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