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Norma da DGS abre vacinação a maiores de 16 anos com doenças de risco.

A Direção-Geral de Saúde (DGS) atualizou as normas de vacinação contra a Covid-19 devido a uma maior disponibilidade de doses e vai começar a vacinação de pessoas entre 16 e 79 anos com doenças de risco acrescido.

De acordo com comunicado da DGS, na segunda fase do plano de vacinação são definidas duas estratégias distintas: «a vacinação por faixas etárias decrescentes, até aos 16 anos, e de pessoas com 16 ou mais anos e que tenham doenças com risco acrescido de Covid-19 grave ou morte».

Entre as doenças que darão prioridade na toma da vacina, independentemente da idade, conta-se a diabetes, obesidade grave, doença oncológica ativa, transplantação e imunossupressão, doenças neurológicas graves e doenças mentais.

Também os que recuperaram de infeção por Covid-19 há pelo menos seis meses estão incluídos na segunda fase de vacinação, «de acordo com o grupo prioritário ou a faixa etária a que pertencem».

A DGS explica que as pessoas recuperadas de infeção por Covid-19 há mais de seis meses podem ser vacinadas apenas com uma dose, independentemente da vacina e que a vacinação destas pessoas terá inicio a partir do momento em que as pessoas com mais de 60 anos estiveram todas vacinadas.

Na primeira fase, e porque havia um cenário de escassez de vacinas, o plano definiu como grupos prioritários os trabalhadores da área de saúde, pessoas com mais de 80 anos, idosos institucionalizados em lares ou na rede de cuidados continuados e os maiores de 50 anos que tinham doenças de risco.

Na segunda fase, serão vacinadas as pessoas com idades entre os 16 e 79 anos, por faixas etárias decrescentes e dando prioridade a quem tenha doenças de risco, continuando também a ser administradas vacinas aos trabalhadores de áreas essenciais do Estado.

A DGS também atualizou as patologias que determinam que seja dada prioridade na toma de vacinas, independentemente da idade, passando a estar incluídas as pessoas com neoplasia maligna ativa (cancro), os transplantados e candidatos a transplante, e os que sofrem de imunossupressão.

Também as doenças neurológicas, mentais, cardiovasculares, hepáticas crónicas, pulmonares crónicas ou quem sofra de diabetes ou de obesidade terá prioridade, de acordo com a norma.

Para saber mais, consulte:

DGS > Norma 002/2021

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