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DGS alerta sobre comportamento do inseto, presente no país desde 2011. 

Desde 2011 que está confirmada a presença da vespa velutina em Portugal, espécie não-indígena, predadora da abelha europeia. Os primeiros ninhos e avistamentos do inseto foram confirmados nos distritos de Braga e Viana do Castelo e, desde então, tem-se assistido a uma progressão gradual da área afetada no território nacional. Os modelos previsionais apontam para que, em Portugal, esta espécie possa vir a colonizar quase todo o território continental, em função da suscetibilidade ambiental, esclarece a Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com a DGS, a vespa velutina instala-se sobretudo em áreas urbanas e periurbanas. Por tratar-se de uma espécie carnívora e predadora de abelhas, configura uma ameaça à sustentabilidade da apicultura em território nacional, com eventuais consequências diretas na produção de mel e produtos relacionados, assim como na produção agrícola, por via da diminuição da polinização vegetal, ponderada a importância das abelhas melíferas nesta relevante função biológica.

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Constitui também um risco para as populações. «No caso de sentirem os ninhos ameaçados, reagem de modo bastante agressivo, incluindo perseguições até algumas centenas de metros. O tratamento da picada requer os cuidados habituais para picada deste tipo de insetos», informa a DGS.

Em 2017 foi criada a Comissão de Acompanhamento para a Vigilância, Prevenção e Controlo da Vespa velutina, em que a DGS está representada, para a elaboração de um plano nacional. No ano passado, 2018, o Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa velutina em Portugal foi revisto e atualizado.

Para saber mais, consulte:

 

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