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Número de IG desceu 25% entre 2011 e 2017.

O número de interrupções da gravidez (IG) por opção da mulher desceu 25% entre 2011 e 2017, de acordo com os dados do relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS), relativo a dados de 2017, e que aponta para um decréscimo consistente nos últimos anos.

Segundo o relatório da DGS, Em 2017, houve 14.899 IG por opção da mulher até às 10 semanas, sendo o valor mais baixo desde que a prática é legal em Portugal. Em comparação com o ano anterior, 2016, a redução da IG foi de 3,4%.

Quando analisado comparativamente a outros países europeus, Portugal tem estado sempre abaixo da média europeia e tem vindo a reduzir constantemente desde 2010 a proporção entre interrupções da gravidez e nados-vivos.

Comparativamente ao total de 2016, corresponde a uma diminuição de 2,9%. O número de IG realizadas nas primeiras 10 semanas em 2017, por opção da mulher, corresponde a uma diminuição de 3,4% relativamente ao número realizado em 2016.

No que respeita à distribuição das IG por Regiões de Saúde e por área de residência da mulher, observa-se que estas são mais frequentes na Região de Lisboa e Vale do Tejo (57,3%) e no Norte (22,8%).

Em 2017 a idade média das mulheres que efetuaram IG foi 28 anos. Aproximadamente 64% do total foram efetuadas por mulheres entre 20 e 34 anos de idade, e raramente abaixo de 15 (0,30%) e acima de 44 anos (0,76%).

A esmagadora maioria (93 %) das mulheres que realizou uma IG por opção escolheu, posteriormente, um método de contraceção.

Para saber mais, consulte:

DGS – Relatório dos Registos das Interrupções da Gravidez 2018

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