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Farmácias em Cascais já realizam testes do VIH, VHC e VHB.

O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, o diretor executivo da ONUSIDA – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o VIH/Sida, Tim Martineau, e o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, visitaram, esta quarta-feira, a Farmácia Alto da Castelhana, em Alcabideche, Cascais, uma das primeiras a disponibilizar os testes rápidos de rastreio de infeções por VIH e hepatites virais.

No local, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde teve oportunidade de falar com os profissionais daquela farmácia, uma das 22 que já disponibilizam os testes em Cascais. Os farmacêuticos explicaram todo o processo, no gabinete onde serão realizados os testes, em ambiente reservado e preservando o total anonimato.

«Hoje é um dia histórico. O dia em que os testes rápidos de rastreio de infeção por VIH e hepatites virais ficam disponíveis aqui nas farmácias de Cascais, num enorme esforço de proximidade. É um dia único para o VIH», enfatizou o governante, aos jornalistas presentes, acrescentando que os testes ficarão «progressivamente disponíveis» a toda a população. «Começámos em Cascais, vamos alargar a Lisboa e Porto e depois às sete cidades que hoje assinam a Declaração de Paris. E, progressivamente, a todo o País.»

Até ao final do ano, adiantou o Secretário de Estado, deverá ser possível realizar os testes rápidos em casa.

Os testes rápidos (testes point of care) de rastreio de infeções por VIH, VHC e VHB terão sempre de ser confirmados posteriormente, caso sejam reativos (positivos). Caberá ao utente ou à farmácia entrar em contacto com a linha SNS 24, que depois fará o encaminhamento para o hospital.

A generalidade das farmácias de Cascais já teve a formação ministrada pela Ordem dos Farmacêuticos que permite aos profissionais estarem preparados para realizar os testes, fazer aconselhamento diferenciado e identificar fatores de risco.

Com esta e outras medidas, o Governo pretende aumentar a deteção precoce da infeção por VIH e hepatites virais, e quebrar o ciclo de transmissões, tendo como objetivo, até 2030, transformar Portugal num país livre da epidemia de VIH/sida.

A disponibilização destes testes nas farmácias comunitárias ajudará, acredita o governante, a alcançar o fim da epidemia VIH/sida antes de 2030. «Temos todos de nos unir», apela.

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