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Portugal é 14.º no ranking, à frente de Reino Unido e Espanha.

Portugal continua a registar uma melhoria dos indicadores relativos aos direitos e informação dos doentes, aos resultados e à prevenção. Segundo o EHCI – Euro Health Consumer Index (classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa), Portugal, em 2017, situa-se na 14.ª posição, numa avaliação de 35 países, a mesma do ano passado e após ter ocupado o 20.º lugar em 2015.

Os 747 pontos obtidos em 2017 justificam o posicionamento mais favorável do que o Reino Unido (15.º lugar), a Espanha, que se encontra em 18.º lugar, a Itália (21.º) e a Irlanda (24.º).

O EHCI é uma classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa, com base nos resultados de um conjunto de indicadores, englobando desde 2014 as seguintes seis áreas temáticas:

  • Direitos e informação dos doentes;
  • Acessibilidade;
  • Outcomes (resultados);
  • Diversidade e abrangência dos serviços prestados;
  • Prevenção;
  • Produtos farmacêuticos.

 

O EHCI é compilado a partir de estatísticas públicas e de investigação independente, sendo a sua execução da responsabilidade da Health Consumer Powerhouse (https://healthpowerhouse.com). Portugal, através da Direção-Geral da Saúde, tem vindo a efetuar a validação dos dados desde 2006.

Na avaliação de 2017, é de sublinhar a subida dos scores de alguns indicadores, como sejam os relacionados com os tempos médios de espera nos serviços de urgência, a cobertura dos cuidados de saúde oral e o número de horas de atividade física no período escolar. Todos estes indicadores testemunham uma maior transparência dos dados e um investimento inovador na área da saúde oral e da atividade física.

Salienta-se, ainda, que nos dois novos indicadores introduzidos em 2017, relativos ao acesso informático ao processo clínico do doente e à percentagem de doentes com diabetes diagnosticada e controlada, Portugal obteve pontuação máxima, demonstrando maior transparência e um bom controlo clínico destes doentes.

Existem ainda indicadores em que Portugal tem sido mal avaliado, devido à falta de dados nacionais consistentes, como é o caso da sobrevida em doentes com cancro ou os tempos de espera para a realização de tomografia computorizada (TC).

Nestas dimensões, e em função da criação, no dia 1 de janeiro de 2018, do Registo Oncológico Nacional e da legislação publicada em 2017 sobre tempos máximos de resposta garantidos para meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT), vamos poder ter, no futuro, dados relevantes para demonstrar que, também nestas áreas, possuímos resultados muito favoráveis, tal como tem sido demonstrado nas avaliações da OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

O desempenho do Serviço Nacional de Saúde, avaliado internacionalmente, demonstra uma vez mais excelentes resultados, em função da competência dos profissionais, da organização dos serviços e das políticas de saúde.

Para saber mais, consulte:

Direção-Geral da Saúde – Nota de Imprensa – PDF – 111 Kb

Euro Health Consumer Index 2017 – PDF – 4.361 Kb – em inglês

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