Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares

Diretor para a área das Doenças Cérebro-cardiovasculares – Dr. Rui Manuel Cruz Ferreira, Diretor do Serviço de Cardiologia do Hospital de Santa Marta, integrado no Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE

  • a) Promover e dinamizar a monitorização dos indicadores adequados para uma permanente avaliação do impacto das doenças cérebro e cardiovasculares na população portuguesa, bem como da utilização de recursos com elas relacionadas;

    b) Desenvolver Programas de promoção da prevenção, tratamento e reabilitação das doenças cérebro e cardiovasculares com particular incidência em áreas consideradas prioritárias;

    c) Desenvolver estratégias organizativas designadas como “Vias Verdes”, criando sistemas de informação integrados que contemplem as vertentes pré -hospitalar e hospitalar;

    d) Implementar projetos com o objetivo de disponibilização de meios complementares de diagnóstico e terapêutica da área cardiovascular nos cuidados de saúde primários;

    e) Incentivar a criação e o desenvolvimento de sistemas de avaliação do impacto de novos métodos de diagnóstico e terapêutica no domínio do Programa Nacional.

  • Visão

    Promover uma atuação planeada e organizada ao longo de todo o sistema de saúde, que tente não apenas evitar as doenças cérebro cardiovasculares mas também reduzir as incapacidades por elas causadas e prolongar a vida.

    Missão

    Reduzir o risco cardiovascular através do controlo dos fatores de risco modificáveis com particular enfoque na HTA e Dislipidémia. Garantir a terapêutica adequada nos eventos críticos, de EAM e AVC, através de um alinhamento interinstitucional que promova a utilização das Vias Verdes. Melhorar o desempenho do sistema de emergência pré hospitalar (INEM) diminuindo o risco de óbito antes da admissão hospitalar.

    Metas de Saúde a 2020

    1. Reduzir a mortalidade prematura <70 anos por doença cerebrovascular – taxa de mortalidade padronizada ≤ 8,5% ou número de óbitos ≤1000.
    2. Reduzir a mortalidade prematura <70 anos por doença isquémica cardíaca – taxa de mortalidade padronizada ≤ 9,5% ou número de óbitos ≤ 1000
    3. Reduzir a mortalidade intra-hospitalar por Enfarte Agudo do Miocárdio para 7% com Nº de óbitos anual ≤950.
    4. Incrementar o número de angioplastias primárias no Enfarte Agudo do Miocárdio para 470 por milhão de habitantes.
    5. Incrementar o número de casos submetidos a terapêutica fibrinolítica ou reperfusão endovascular no Acidente Vascular Cerebral para 1800 casos/ano.

     

    Programas de Saúde Prioritários – Metas de Saúde 2020

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