Perguntas Frequentes

Dadores Homens

Porquê tornar-se dador de esperma?

A maioria dos dadores de esperma são pessoas que fazem a doação pela possibilidade de ajudar casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres a concretizarem o seu projeto de serem mães ou pais. São homens jovens, geralmente estudantes universitários, que de uma forma generosa e desinteressada se disponibilizam para ajudar casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres a formar famílias.

Quais são os riscos para os dadores?

Não existe qualquer risco na doação de espermatozóides.

Quais são os benefícios para os dadores?

Poder contribuir para a concretização de um projeto de vida de casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres. Pelo tempo despendido neste processo e pelas despesas efetuadas ou prejuízos direta e imediatamente resultantes das suas dádivas os dadores serão ressarcidos. Para além disso ficarão isentos do pagamento de taxas moderadoras no âmbito do SNS.

Quantas vezes cada dador pode doar gâmetas?

O número de doações que podem ser feitas depende de diversos fatores. No entanto, a Lei da Procriação Medicamente Assistida estabelece que o número máximo de filhos nascidos em Portugal a partir de espermatozóides de um mesmo dador não deverá ser superior a 8.

Poderá o dador ser responsabilizado como pai de alguma criança?

A doação é anónima. Nem os beneficiários nem as crianças nascidas poderão ter acesso à identificação dos dadores, sendo que todas as informações são geridas de acordo com estritos critérios de segurança, qualidade e confidencialidade.

Dadoras Mulheres

Porquê tornar-se dadora de óvulos?

A maioria das dadoras de óvulos são pessoas que fazem a doação pela possibilidade de ajudar casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres a concretizarem o seu projeto de serem mães ou pais. São jovens, geralmente estudantes universitárias ou jovens profissionais, que de uma forma generosa e desinteressada se disponibilizam para ajudar casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres a formar famílias.

Quais são os benefícios para as dadoras?

Poder contribuir para a concretização de um projeto de vida de casais heterossexuais, mulheres ou casais de mulheres. Pelo tempo despendido neste processo e pelas despesas efetuadas ou prejuízos direta e imediatamente resultantes das suas dádivas as dadoras serão ressarcidas. Para além disso, ficarão isentas do pagamento de taxas moderadoras no âmbito do SNS.

Quantas vezes cada dadora pode doar óvulos?

O número de colheitas que podem ser feitas depende de diversos fatores. No entanto, a Lei da Procriação Medicamente Assistida estabelece que o número máximo de filhos nascidos em Portugal a partir de ovócitos de uma mesma dadora não deverá ser superior a 8.

Poderá a dadora ser responsabilizada como mãe de alguma criança?

A doação é anónima. Nem os beneficiários nem as crianças nascidas poderão ter acesso à identificação das dadoras, sendo que todas as informações são geridas de acordo com estritos critérios de segurança, qualidade e confidencialidade.

Poderá a dadora ter filhos após doar ovócitos?

Sim, doar ovócitos não significa que se esgotem ou que se acelere a perda dos seus ovócitos. Uma mulher nasce com uma quantidade entre 500 000 e 1 000 000 de ovócitos. Em cada ciclo normal começam a crescer vários ovócitos, mas no final só um alcançará o crescimento suficiente para chegar a ovular. Durante o processo de doação de ovócitos consegue-se que vários ovócitos alcancem o tamanho adequado para poderem amadurecer sem que isso afete o total de ovócitos que a mulher possui.

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