A Receita Sem Papel superou a meta de 95% do total de receituário do sistema de saúde português, abrangendo o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e as instituições do setor privado, no dia 28 de fevereiro.

Este valor representa, claramente, a concretização de uma das medidas do SIMPLEX + Saúde, dando, assim, cumprimento ao Programa do XXI Governo.

Responsável pela implementação da receita eletrónica, a SPMS, EPE continua a incentivar médicos, nomeadamente pequenos prescritores, à utilização da prescrição eletrónica desmaterializada de medicamentos, reforçando a interoperabilidade no sistema de saúde.

No início de 2017, a Receita Sem Papel começou a funcionar em pleno na Região Autónoma da Madeira e, posteriormente, na Região Autónoma dos Açores. No setor privado tem avançado de forma progressiva, menos acelerada, enquanto que, em novembro de 2016, já representava 99% do total de receituário prescrito no SNS.

Com muitas vantagens associadas, o modelo da receita eletrónica confere ao cidadão a liberdade de escolha, podendo optar por efetuar dispensas parciais com a mesma prescrição, em diferentes farmácias e regiões, quer de Portugal continental, quer das ilhas.

Como caso paradigmático de sucesso, a Receita Sem Papel incentiva ao avanço da transformação digital no setor da Saúde, contribuindo, desta forma, para concretizar outras medidas do Simplex +, criadas para facilitar a vida dos cidadãos e das empresas na sua interação com os serviços públicos.

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